Outubro Rosa: 10 razões para você não ter medo de fazer a mamografia.

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Matéria retirada do site da Revista Época.


Imagem via google

"O câncer de mama é o segundo tipo mais frequente de câncer no mundo, o mais comum entre as mulheres. Se diagnosticado precocemente, há boas chances de curas. Por isso, é importante entender quais são os melhores métodos de diagnóstico. As principais formas de detecção são a mamografia anual e o exame clínico, feito pelo médico mastologista  ou ginecologista, de preferência a cada seis meses.
1) Como funciona? A mamografia funciona como a radiografia da mama, capaz de detectar tumores que nem as mulheres nem os médicos conseguem perceber. São os chamados tumores impalpáveis, geralmente menos agressivos e com chances de cura quando diagnosticados e tratados de forma adequada.
2) Com que frequência deve ser feita? Anualmente a partir dos 40 anos e não há idade limite para parar. Ou seja, se uma mulher de 86 anos está apta a ir ao consultório do médico e realizar  exames de rotina, a mamografia deve estar entre eles.
3) Se a médica pedir para repetir, é motivo de preocupação? A mulher não precisa ficar preocupada se for necessário repetir o exame. Mesmo com os avanços da tecnologia, que permitem exames cada vez mais precisos, muitas vezes uma imagem pode deixar dúvida. Aquela mancha seria ou não um nódulo? Por isso, voltar à sala do exame não significa que a doença exista.
4) Há contra-indicações para o exame? A mamografia não tem contra-indicações. Podem ser feitas por mulheres com prótese de silicone, que já fizeram outros tipos de plástica ou passaram por sessões de radioterapia por causa de nódulos anteriores.
5) Só mulheres têm câncer de mama? Não. Os homens também podem ter câncer de mama. Para eles, a indicação de necessidade do exame de mamografia é a existência de nódulos que podem ser sentidos.
6) Quantos exames anteriores devem ser guardados e levados para a clínica? É necessário ressaltar a importância de guardar as mamografias anteriores e de levar, para a realização de um novo exame, as três últimas (três anos anteriores, independentemente do local onde foram realizadas). Isso ajuda o médico a traçar se houve a evolução de alguma mancha, que pode ser evidência de um possível nódulo, ou descartar uma imagem suspeita no novo exame. A simples comparação com as mamografias anteriores evita exames complementares desnecessários e, sobretudo, a tremenda ansiedade que um resultado suspeito provoca nas pacientes.
7) A mamografia é 100% conclusiva, sempre? Se, por um lado, a mamografia consegue muitas vezes detectar alterações mínimas, em outras, infelizmente, ela pode falhar. Isto ocorre em torno de 5% a 15 % dos casos e por vários motivos. Existem exames complementares, como a ultrassonografia e, recentemente a ressonância magnética, que podem ser indicados para essa finalidade. Mas esta nossa conversa fica uma próxima coluna.
8) Você deve estar se perguntando: e o autoexame das mamas? Eu não devo fazer?Evidências científicas sugerem que ele não é eficiente para a detecção precoce do câncer e não contribui para a redução da mortalidade. A recomendação é que o exame das mamas pela própria mulher faça parte das ações de educação para a saúde com o objetivo de a mulher conhecer seu corpo. As mamas não são órgãos “estáticos”, como o pé ou o cotovelo. A cada mês, elas vão sofrendo alterações cíclicas provocadas pelos hormônios.
9) A mulher, sozinha, consegue perceber algo diferente na mama se tiver o hábito do autoexame? Normalmente, ao se palpar a mama, percebem-se várias nodulações que correspondem às glândulas mamárias. O único objetivo do autoexame não é ensinar a mulher a distinguir essas nodulações dos nódulos de verdade: o objetivo é apenas observar o surgimento de algo diferente. Percebendo algo que não existia antes, consulte seu médico.
10) Quando deve ser feito o autoexame? Uma vez por mês, uma semana após o início da menstruação. Caso a mulher não menstrue mais, ele pode ser feito em qualquer dia do mês."



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